SHEMA YSRAEL, YAOHUSHUA ELOHENU UL, YAOHUH  ECHAD! Dt 6:4.

Escuta Yaoshor'u! Yaohushua é o nosso Criador; o Eterno é um Só!

Arrebatamento Secreto: Fato ou Ficção?

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Muitos sinceros cristãos crêem que a Segunda Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo ocorrerá em duas fases distintas. A primeira fase é conhecida como “o arrebatamento secreto” da Kehiláh/Igreja e pode ocorrer a qualquer momento...

 

Samuele Bacchiocchi

Nessa ocasião, hol'Mehushkyah/Cristo desce apenas para as proximidades da Terra para ressuscitar os santos adormecidos e para transformar e glorificar os crentes vivos. Ambos os grupos são então arrebatados, ou seja, levados secreta, súbita e invisivelmente, para encontrar no ar o Messias que desce. Esse corpo de crentes, chamado de “Kehiláh/Igreja”, então subirá para o céu para celebrar com hol'Mehushkyah/Cristo por sete anos as bodas do Cordeiro, enquanto os judeus e os "gentios" não-convertidos permanecerão sobre a Terra para sofrerem os sete anos finais de tribulação.

Ao final desse período de sete anos, a segunda fase da Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo, geralmente o Retorno ou Revelação, terá lugar. hol'Mehushkyah/Cristo então vem em glória com os santos até a Terra para destruir Seus inimigos na Batalha do Armagedom, e para estabelecer o Seu trono em Yah'shua-oléym/Jerusalém e iniciar seu reino milenial terrestre.

Quanto tempo se espera que levará para o desaparecimento maciço dos verdadeiros cristãos de todas as nações? Muitos acreditam que esse evento está iminente porque sua principal pré-condição, ou seja, o restabelecimento do Estado de Yaoshor'ul/Israel e a posse da antiga Yah'shua-oléym/Yah'shua-oléym, já tiveram lugar. Essa crença é expressa em adesivos de automóveis como o que declara: “Se o motorista desaparecer, agarre o volante”, ou “Em caso de arrebatamento este carro ficará desgovernado”.

Segundo os cálculos iniciais de Hal Lindsey, esse arrebatamento secreto da Kehiláh/Igreja já passou do prazo.1 Em 1970 ele predisse que “em quarenta anos desde 1948 [ano da formação do Estado de Yaoshor'ul/Israel], ou por volta disso, todas essas coisas poderiam ter lugar.2  Lindsey calcula os “quarenta anos” da duração bíblica de uma geração e alega, com base na parábola da Figueira (Mt 24:32-33) que a formação do Estado de Yaoshor'ul/Israel em 1948 assinala o início da última “geração” (Mt 24:34) que verá primeiramente o arrebatamento, daí os sete anos de tribulação, e finalmente o Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo em glória. Sendo que o arrebatamento, de acordo com Lindsey e a maioria dos dispensacionalistas, que ocorre sete anos (usando Dn 9:27) antes do Retorno visível de hol'Mehushkyah/Cristo em glória, já deveria ter ocorrido em 1981 ou 1982. O que isso significa é que o tempo já se esgotou para essas predições sensacionais, porém sem sentido.

A Ascensão, Expansão e Declínio do Pré-Tribulacionismo

Origem do Pré-Tribulacionismo.

A crença de que a Kehiláh/Igreja será arrebatada súbita e secretamente antes da grande e final tribulação é conhecida como pré-tribulacionismo. Sua origem é em geral identificada por volta dos anos da década iniciada em 1830. John N. Darby, um pregador anglicano que se tornou fundador dos Irmãos de Plymouth, é considerado o expositor e promotor mais influente do arrebatamento pré-tribulacionista. Mediante suas seis visitas à América e extensa campanha de literatura do pré-tribulacionismo dos Irmãos de Plymouth, as idéias pré-tribulacionistas espalharam-se rapidamente.

O período de expansão máxima e predomínio do pré-tribulacionismo foi a primeira metade do século vinte. Homens como Arno C. Gaebelein, C. I. Scofield, James M. Gray do Instituto Bíblico Moody, Reuben A. Torrey, do Instituto Bíblico de Los Angeles, Harry A. Ironside, da Kehiláh/Igreja Memorial Moody, e Lewis Sperry Chafer da Faculdade Teológica Evangélica (atual Seminário Teológico de Dallas) desempenharam um importante papel na popularização do arrebatamento pré-tribulacionista.3 O fator único mais importante foi a ampla circulação da Bíblia de Scofield, publicada em 1909 e revisada em 1917, que inculcava esse ensino entre as massas como o único ponto de vista bíblico correto.

Ressurgimento do Pós-Tribulacionismo Bíblico.

Desde 1950 mais e mais eruditos evangélicos vêm abandonando o pré-tribulacionismo e retornando ao pós-tribulacionismo histórico que sustenta que a Kehiláh/Igreja passará pela grande tribulação, ao final da qual hol'Mehushkyah/Cristo virá para ressuscitar os santos adormecidos e salvar os crentes vivos.

Crédito para o ressurgimento do pós-tribulacionismo deve ser dado primeiro de tudo à influência de George E. Ladd, Professor de Novo Testamento do Seminário Teológico Fuller. Alguns de seus importantes livros sobre este assunto são Crucial Questions About the Kingdom of God [Questões Cruciais Sobre o Reino do ETERNO] (1952), The Blessed HoPd [A Bem-aventurada Esperança] (1956) e The Last Things [As Últimas Coisas] (1978).  Sua respeitada erudição associada a sua dedicação aos princípios evangélicos têm levado muitos eruditos evangélicos a repensarem suas posições pré-tribulacionistas.

A influência de Ladd pode ser vista nos seguintes significativos estudos produzidos por eruditos que acataram o pós-tribulacionismo e têm escrito em sua defesa: The Greatness of the Kingdom [A Grandeza do Reino] (1959), de Alva J. McClain, presidente do Seminário Teológico da Graça, em Winona Lake, Indiana; The Imminent Appearing of Christ [O Iminente Aparecimento de hol'Mehushkyah/Cristo] (1962), de J. Barton Payne, Professor de Velho Testamento na Faculdade Evangélica  Trinity; e The Church and the Tribulation [A Kehiláh/Igreja da Tribulação] (1973), de Robert H. Gundry, Professor de Estudos Religiosos na Faculdade Westmont, California.4

Tais estudos têm influenciado numerosos eruditos dentro de instituições tradicionalmente pré-tribulacionistas a retornarem ao pós-tribulacionismo histórico. A Igreja Evangélica Livre da América, por exemplo, que no passado era defensora do arrebatamento pré-tribulacionista, permitiu que professores da Escola Evangélica de Divindade Trinity desafiassem o pré-tribulacionismo em sua conferência ministerial anual em janeiro de 1981. Os desafios e respostas, publicadas em 1984 como um simpósio intitulado “O Arrebatamento: Pré; Mid; ou Pós-Tribulacionistas” oferece um debate bastante erudito sobre as questões relativas ao Arrebatamento.

Um Pressuposto Equivocado

Mesmo uma leitura superficial da literatura pré-tribulacionista é suficiente para deixar uma pessoa ciente do fato de que a crença no arrebatamento secreto repousa muito mais sobre pressuposições subjetivas do que no ensinamento bíblico. O pressuposto principal é o de que o ETERNO tem um plano diferente para a Kehiláh/Igreja em relação com Yaoshor'ul/Israel. Conseqüentemente, presume-se que a Kehiláh/Igreja deve ser removida da Terra antes que o ETERNO possa tratar com os judeus levando-os à conversão em larga escala mediante a experiência da grande tribulação.

John F. Walvoord, destacado campeão do arrebatamento secreto, reconhece explicitamente a importância desse pressuposto ao escrever: “A questão do arrebatamento é determinado mais por eclesiologia do que por escatologia”. Em outras palavras, mais pelo entendimento que se tem sobre a relação entre a Kehiláh/Igreja e Yaoshor'ul/Israel do que por ensinos bíblicos concernentes ao fim.5 C. C. Ryrie, outro pré-tribulacionista destacado, expressa a mesma convicção, declarando: “A distinção entre Yaoshor'ul/Israel e a Kehiláh/Igreja leva à crença de que a Kehiláh/Igreja será tomada da Terra antes do início da tribulação (o que, num sentido mais amplo, diz respeito a Yaoshor'ul/Israel)”.6

Hal Lindsey vai ao ponto de tornar a distinção entre Yaoshor'ul/Israel e a Kehiláh/Igreja sua “principal razão” para crer que “o Arrebatamento ocorre antes da Tribulação”.7 Ele argumenta que “se o Arrebatamento tivesse lugar ao mesmo tempo da segunda vinda, não haveria mortais deixados que fossem crentes; portanto, não haveria ninguém para ir para o reino e repovoar a Terra”.8  Ou seja, uma vez que Lindsey aceita que o Reino messiânico predito pelos profetas do Velho Testamento será estabelecido por hol'Mehushkyah/Cristo por ocasião de Seu Segundo Advento como um reino terrestre que consiste predominantemente de judeus mortais e crentes, então a necessidade do arrebatamento da Kehiláh/Igreja deve ocorrer antes. Como pode hol'Mehushkyah/Cristo vir estabelecer um Reino milenial judaico sobre a Terra se todos os crentes estão arrebatados desta Terra por ocasião de Sua Vinda (segundo esta doutrina)?

O Segundo Advento Dividido em Duas Fases

Para solucionar este dilema, os dispensacionalistas dividem o Segundo Advento em duas fases: Primeiro uma vinda invisível para arrebatar secretamente a Kehiláh/Igreja, e, segundo, uma vinda visível sete anos mais tarde para destruir os ímpios e estabelecer o Reino Judaico milenial. O raciocínio por detrás desse arranjo pode parecer correto, mas está errado em vista de fundamentar-se sobre o incorreto pressuposto de que há uma distinção radical entre o plano do ETERNO para Yaoshor'ul/Israel e para a Kehiláh/Igreja.

Não há respaldo bíblico para uma distinção entre Yaoshor'ul/Israel e a Kehiláh/Igreja [a errônea doutrina da substituição de Yaoshor'ul/Israel pela "igreja gentílica"]. O futuro de Yaoshor'ul/Israel não é visto no Novo Testamento como um reino político milenial separado na Palestina, mas como um de bênçãos duradouras compartilhado juntamente com todos os remidos de todas as era numa nova Terra restaurada.

Desafortunadamente, é esse pressuposto equivocado que determina a interpretação de textos bíblicos aduzidos em apoio ao arrebatamento. Argumenta-se, por exemplo, que um certo texto não pode referir-se à Kehiláh/Igreja porque descreve a grande tribulação, que se supõe aplicar-se apenas a Yaoshor'ul/Israel. Esse tipo de raciocínio circular, com base num pressuposto gratuito, não é o método correto de interpretar textos bíblicos. As conclusões devem ser extraídas de exegese cuidadosa, não de pressupostos preconcebidos.

Quatro Razões Para Rejeitar o Arrebatamento Secreto

Um cuidadoso estudo de textos bíblicos relevantes quanto ao Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo sugere pelo menos quatro razões principais para rejeitar o ponto de vista de uma Segunda Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo em dois estágios.

1 - O Vocabulário do Segundo Advento.

A primeira razão para rejeitar um arrebatamento secreto que antecede à tribulação é o fato de que o vocabulário do Segundo Advento não oferece respaldo para tal ponto de vista. Nenhuma das três palavras gregas usadas no Novo Testamento para descrever o Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo, ou seja, parousia-vinda, apokalypsis-revelação, e epiphaneia-aparecimento, sugere um arrebatamento secreto pré-tribulacional como objeto da esperança cristã no Advento.

Os pré-tribulacionistas alegam que a palavra parousia-vinda é usada por Sha'ul/Paulo em I Ts 4:15 para descrever o arrebatamento secreto. Mas em I Ts 3:13 Sha'ul/Paulo emprega a mesma palavra para descrever “a vinda de nosso Messias Yaohushua com todos os Seus santos” - uma descrição, segundo os pré-tribulacionistas, da segunda fase do Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo. Novamente, em II Ts 2:8, Sha'ul/Paulo emprega o termo parousia-vinda em referência à Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo que causará a destruição do anticristo - um evento que, de acordo com os pré-tribulacionistas, supostamente ocorrerá na segunda fase da Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo.

Semelhantemente, as palavras apokalypsis-revelação e epiphaneia-aparecimento, são utilizadas para descrever tanto o que os pré-tribulacionistas chamam de arrebatamento  (I Co 1:7; I Tm 6:14) e o que chamam de Retorno, ou segunda fase da Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo (II Ts 1:7-8, 2:8).  Destarte, o vocabulário da Bendita Esperança não propicia base alguma para uma distinção do Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo em duas fases, uma vez que seus termos originais são empregados intercambiavelmente para descrever o mesmo evento. Mais importante ainda é o fato de que cada um desses três termos é claramente empregado para descrever o Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo pós-tribulacional, o que é visto como objeto da esperança do crente.

A parousia, por exemplo, é indisputavelmente pós-tribulacional em Mt 24:27, 38, 39 e em II Ts 2:8.  O mesmo é verdade de apokalypsis-revelação, em II Ts 1:7 e de epiphaneia-aparecimento em II Ts 2:8.  Portanto, o vocabulário da Bendita Esperança exclui a possibilidade de uma Vinda Secreta de hol'Mehushkyah/Cristo para arrebatar a Kehiláh/Igreja, seguida de uma tribulação de sete anos e da Vinda gloriosa, visível para estabelecer o Reino Judaico milenial. Os termos usados claramente apontam a um Advento de hol'Mehushkyah/Cristo único, indivisível, pós-tribulacional para trazer salvação aos crentes e retribuição aos descrentes.

2 - Nenhum Arrebatamento da Kehiláh/Igreja

Uma segunda razão para rejeitar um arrebatamento pré-tribulacional secreto da Kehiláh/Igreja é o fato de que não há qualquer indício no Novo Testamento de um arrebatamento instantâneo [violento] da Kehiláh/Igreja. A descrição mais notória do Segundo Advento encontrada em I Ts 4:15-17, sugere exatamente o oposto quando fala que o Messias desce do céu “dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta do ETERNO” . . . “os mortos em hol'Mehushkyah/Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Messias nos ares”.

O clamor, a trombeta e o grande ajuntamento dos vivos e santos ressurretos dificilmente sugeriria um evento secreto, instantâneo e invisível. Pelo contrário, como frequentemente se tem assinalado, esta talvez seja a passagem mais barulhenta da Bíblia. A referência a um ressoar “da trombeta” e paralelamente ao texto de Mt 24:31 e I Co 15:52, que falam de fortes sons de trombeta, corroboram a visibilidade e natureza pública do Segundo Advento. Nenhum traço de um arrebatamento secreto pode ser encontrado em qualquer destas passagens.

3 - Nenhuma Remoção da Kehiláh/Igreja da Grande Tribulação

Uma terceira razão para rejeitar a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional da Kehiláh/Igreja é o fato de que tal noção não tem apoio das passagens que tratam da tribulação. Por exemplo, em seu discurso no Monte das Oliveiras, Yaohushua fala da “grande tribulação” que imediatamente precederá a Sua vinda e promete que “por causa dos escolhidos tais dias serão abreviados” (Mt 24:21-22, 29).  Alegar que “os eleitos” são apenas os crentes judeus, e não membros da Kehiláh/Igreja, representa ignorar que hol'Mehushkyah/Cristo está se dirigindo a Seus apóstolos que representam não só o Yaoshor'ul/Israel nacional, mas a Kehiláh/Igreja em escala ampla. Isto é confirmado pelo fato de que tanto Marcos quanto Lucas fazem referência ao mesmo discurso para a Kehiláh/Igreja  (Mc 13; Lc 21).

Nota de o Caminho: Os estudiosos das Escrituras erram [Mc 12:24] quando "acreditam" que gentio é um termo usado para as pessoas das nações... No entanto, escriturísticamente, a Casa de Yaoshor'ul/Israel [as 10 tribos do Norte ou além do Jordão] são os gentios (Is 9:1) e o Messias veio para resgatá-los e assim unir novamente Yaoshor'ul/Israel à Yaohu'dáh/Judá (Mt 10:6). Sha'ul/Paulo, o apóstolo dos gentios, foi chamado por Yaohushua para dar continuidade à esta missão e foi por entre as nações em busca destas 10 tribos... Se não fosse assim estaríamos dizendo que o Criador ERROU ao escolher, castigar e profetizar a união (restauração) das 2 Casas. Portanto, quem prega a SUBSTITUIÇÃO de um POVO [judaicos] por outro [nós] desconhece as profecias - Rm 11 trata desta restauração!

É também digna de nota a grande semelhança entre a descrição que hol'Mehushkyah/Cristo faz do arrebatamento da Kehiláh/Igreja em Mt 24:30, 31 e a de Sha'ul/Paulo em I Ts 4:16, 17. Ambos os textos mencionam a descida do Messias, a trombeta que soa, os anjos acompanhantes e a reunião do povo do ETERNO. Tais semelhanças sugerem que ambas as passagens descrevem o mesmo evento. Contudo, em Mateus o arrebatamento de hol'Mehushkyah/Cristo é explicitamente situado “após a tribulação” (Mt 24:29), ao tempo da Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo “com poder e grande glória” (vs. 29, 30). O paralelismo entre as duas passagens indica claramente que o arrebatamento da Kehiláh/Igreja não precede, mas, pelo contrário, segue-se à Grande Tribulação; ou seja, a IGREJA estará presente durante a Tribulação [sete últimas pragas].

hol'Mehushkyah/Cristo nunca prometeu à Sua Kehiláh/Igreja um arrebatamento pré-tribulação deste mundo. Antes, prometeu proteção em meio à tribulação. Em Sua petição ao Pai, Ele disse: “Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal” (Jo 17:15).  Semelhantemente à Kehiláh/Igreja de Filadélfia, hol'Mehushkyah/Cristo promete: “Eu te guardarei  da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a Terra” (Ap 3:10).  Se a Kehiláh/Igreja estivesse ausente desta Terra durante a hora de prova, não haveria necessidade de proteção divina.

4 - Nenhum Arrebatamento Pré-Tibulação nas Escrituras

Por último, a noção de um arrebatamento secreto pré-tribulacional é negada por Sha'ul/Paulo e pelo livro de Apocalipse. Em suas admoestações aos tessalonicenses, Sha'ul/Paulo explica que os crentes terão “alívio” da tribulação desta era presente “quando do céu se manifestar o Messias Yaohushua com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem ao ETERNO. . .” (II Ts 1:7-8).  Em outras palavras, os crentes experimentarão libertação dos sofrimentos desta era, não mediante um arrebatamento secreto, mas por ocasião da revelação pós-tribulacional de hol'Mehushkyah/Cristo.

Nota de o Caminho: No Egito, quando as pragas caiam, não atingiam o Povo Hebreu...

No segundo capítulo Sha'ul/Paulo refuta as concepções errôneas que prevaleciam entre os tessalonicenses de que o dia do Messias havia vindo. Para refutar esse equívoco ele cita dois eventos principais que deveriam dar-se antes da Vinda do Messias, ou seja, a rebelião e o aparecimento do “homem da iniqüidade” (II Ts 2:3) que perseguiria o povo do ETERNO; e, complementa falado-nos da Operação do Erro oferecida àqueles que não aceitam a Verdade - vs 10.

Nota de o Caminho: Segundo o "arrebatamento secreto" a IGREJA não estará presente e este período inicia-se com a Vinda do Anticristo... Porém, quando se der a Vinda do Messias [a 2ª], estes que crêem no arrebatamento não aceitarão ao Messias, pensando ser o anticristo - cumprir-se-á a Operação do Erro!

O que é crucial nesta passagem é que Sha'ul/Paulo não faz menção de um arrebatamento pré-tribulacional como um precedente necessário para a Vinda do Messias. Contudo, este [arrebatamento secreto] deveria ser o argumento mais forte que Sha'ul/Paulo poderia apresentar para provar aos tessalonicenses que o dia do Messias não poderia possivelmente ter vindo, uma vez que o seu arrebatamento ainda não tivera lugar. A omissão de Sha'ul/Paulo desse argumento vital mostra-nos que Sha'ul/Paulo não cria num arrebatamento pré-tribulacional da Kehiláh/Igreja.

Esta conclusão também é apoiada pela menção por Sha'ul/Paulo do aparecimento do anticristo - um evento indiscutivelmente tribulacional que os crentes verão antes da vinda do Messias. Se Sha'ul/Paulo esperasse que a Kehiláh/Igreja fosse arrebatada "deste mundo" antes da tribulação causada pelo aparecimento do anticristo, ele dificilmente teria ensinado que os crentes veriam tal evento antes da vinda do Messias. Que interesse os tessalonicenses teriam no aparecimento do anticristo, juntamente com a tribulação que o acompanharia, se devessem ser arrebatados antes desses eventos terem lugar? Assim, tanto por sua omissão quanto por sua afirmação, Sha'ul/Paulo nega o ponto de vista de um arrebatamento pré-tribulacional da Kehiláh/Igreja.

Nenhum Arrebatamento Pré-Tribulacional no Apocalipse

O livro de Apocalipse trata em maiores detalhes do que qualquer outro livro do Novo Testamento dos eventos associados com a grande tribulação, tais como o soar das sete trombetas, o aparecimento da besta que inflige uma terrível perseguição sobre os santos do ETERNO, e o derramamento das sete últimas pragas (Ap 8 a 16). Conquanto Yao'khanan/João descreva em grande detalhe os eventos tribulacionais, ele nunca menciona ou sugere um Advento de hol'Mehushkyah/Cristo secreto e pré-tribulacional para reunir Sua Kehiláh/Igreja. Isto surpreende muito, em vista de que o expresso propósito de Yao'khanan/João é instruir as Kehiláh/Igrejas [judaicos e povos das nações que aceitassem o Deus de Yaoshor'ul/Israel] com respeito aos eventos finais.

Yao'khanan/João explicitamente menciona uma incontável multidão de crentes que passarão pela grande tribulação. “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram suas vestiduras, e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap 7:14). Os pré-tribulacionistas argumentam que esses crentes são somente da raça judaica, supostamente em vista de que a Kehiláh/Igreja em Ap 4 a 19 não mais está sobre a Terra, mas no céu (?!?). Tal raciocínio perde o seu crédito, primeiramente pelo fato de que em parte alguma Yao'khanan/João diferencia entre os santos na tribulação que sejam judeus ou "gentios" (na concepção dos pentecostais).

Yao'khanan/João explicitamente declara que os crentes vitoriosos da tribulação vêm de “TODA nação, tribo, língua e povo” (Ap 7:9). Esta frase ocorre repetidamente no Apocalipse para designar não exclusivamente os judeus, mas inclusivamente todo membro da família humana (Ap 5:9; 10:11; 13:7; 14:6).  O Cordeiro, por exemplo, é louvado pelos 24 anciãos por ter resgatado homens “de toda tribo e língua e povo e nação” (Ap 5:9). Obviamente, hol'Mehushkyah/Cristo não resgatou somente judeus [os 144.000], mas pessoas de todas as raças [multidões].

Nota de o Caminho: Os 144.000 são os judaicos dos dias dos apóstolos que aceitaram ao Messias... Cornélio, abre a Grande Multidão!

Êxtase de Yao'khanam; Não Arrebatamento da Igreja

O argumento de que a Kehiláh/Igreja em Apocalipse 4 a 19 está no céu baseia-se num falso pressuposto de que a ordem a Yao'khanan/João, “Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas cousas” (Ap 4:1) refere-se supostamente ao arrebatamento da Kehiláh/Igreja no céu. Esta é uma interpretação sem fundamento, porque o texto não fala do arrebatamento da Kehiláh/Igreja, mas da experiência visionária extática de Yao'khanan/João. Até mesmo John F. Walvoord, destacado pré-tribulacionista, reconhece abertamente que “não há autoridade para ligar o arrebatamento com esta expressão”.9

As semelhanças entre as admoestações dadas nas cartas às sete Kehiláh/Igrejas e as que são dadas aos santos que enfrentam a tribulação sugerem que os dois são essencialmente o mesmo povo. Por exemplo, quatro vezes nas sete cartas a necessidade para “suportar” é realçada (Ap 2:2, 3, 19; 3:10), e se espera a mesma qualidade dos santos que passam pela tribulação (Ap 13:10; 14:12).  Semelhantemente, a necessidade de “vencer”, expressa sete vezes nas cartas às Kehiláh/Igrejas  (Ap 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21), é o próprio atributo dos santos na tribulação “que venceram a besta e sua imagem” (Ap 15:2).  Dificilmente se conceberia que Yao'khanan/João tencionava atribuir as mesmas características a dois grupos diferentes de pessoas.

Nota de o Caminho: Repetimos, o conceito de SUBSTITUIÇÃO é satânico uma vez que parte do pressuposto de que o ETERNO errou ao escolher o Seu Povo, tendo que o substituir - Rm 11:1-4. O mesmo se refere a "morar nos céus" - indicaria que o CRIADOR errou a criar o ser humano na Terra e por isto "vai ter que dar-lhes uma 'morada nos céus'" (Sl 115:16).

A Kehiláh/Igreja Sofre a Tribulação, mas Não a Ira Divina.

Em Apocalipse 22:16 Yaohushua reivindica ter enviado o Seu anjo a Yao'khanan/João “para testificar estas cousas à Kehiláh/Igreja”. É difícil ver como as mensagens dadas pelo anjo a Yao'khanan/João poderiam ser um testemunho para as Kehiláh/Igrejas, se a Kehiláh/Igreja - segundo os pentecostais - não está diretamente envolvida na maior parte dos eventos descritos no livro (Ap 4 a 19).

O ponto básico da questão é que a Kehiláh/Igreja em Apocalipse sofrerá perseguição por poderes satânicos durante a tribulação final, mas não sofrerá a ira divina. A ira divina, que é retratada pelas sete pragas apocalípticas, não é derramada indiscriminadamente sobre todos, mas seletivamente sobre aqueles que são “portadores da marca da besta e adoradores da sua imagem” (Ap 16:2; cf. 14:9-10).

Tal como os antigos israelitas desfrutaram da proteção do ETERNO durante as dez pragas (Ex 11:7), assim o povo do ETERNO será protegido quando Sua ira divina cair sobre os ímpios. Essa divina proteção é representada em Apocalipse por um anjo que sela os servos do ETERNO em suas testas (Ap 7:3) de modo a que sejam poupados quando a ira do ETERNO sobrevir sobre os impenitentes (Ap 9:4). Por fim, o povo do ETERNO será resgatado pelo glorioso Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo (Ap 16:15; 19:11-21). Destarte, a Revelação não retrata um arrebatamento pré-tribulacional da Kehiláh/Igreja, mas um Retorno pós-tribulacional de hol'Mehushkyah/Cristo.

Conclusão. 

À luz das razões acima discutidas, concluímos que o ensino popular [pentecostal = espiritismo] de uma Vinda Secreta de hol'Mehushkyah/Cristo para arrebatar a Kehiláh/Igreja antes da tribulação final é um sinal errado do Tempo do fim destituído de qualquer respaldo bíblico. Tal crença torna o CRIADOR culpado de chocante discriminação, por dar tratamento preferencial à Kehiláh/Igreja que é removida da Terra antes da tribulação final reservada aos judeus, Seu Povo!!! As Escrituras ensinam que a Segunda Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo é um evento único que ocorre após a grande tribulação e será experimentada pelos crentes de todas as eras e de todas as raças. Esta é a Bendita Esperança que une “toda nação, e tribo, e língua e povo” (Ap 14:6).

Nota de o Caminho: Viver nos céus por uma semana (de anos) ou por um milênio, implica em uma TERCEIRA VINDA do Messias... No entanto, não existe um único verso nas Escrituras que aponte para uma terceira vinda! Pv 30:6; Ap 22:19.

 

A Parábola do Trigo e do Joio: Quem será levado e quem será deixado?

By Yoel ben David – CINA

Edição de o Caminho

E, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus (Mt 10:7).

YAOHUSHUA (o Cristo), nosso Mestre, enviou os seus discípulos para anunciar a muitos a novas de salvação. Mas em que resulta a salvação? Na vida eterna! Com ressurreição, mediante o toque da última trombeta (o shofar) e nosso triunfal acesso à eternidade, assentar-nos-emos ao lado do grande rei, no Seu reino de justiça e paz.

Ele, porém, lhes disse: também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do Reino do ETERNO, porque para isso fui enviado (Lc 4:43). E aconteceu, depois disso, que andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do Reino do ETERNO; e os doze iam com Ele (Lc 8:1).

YAOHUSHUA buscava resgatar vidas para o reino e vida com o ETERNO. Da mesma forma este aspecto mostra-se uma prioridade na vida do servo e também do ETERNO. Deixa aos mortos o enterrar os seus mortos; porém tu vais e anuncia o Reino e O ETERNO (Lc 9:60).

O próprio YAOHUSHUA fez uma narrativa a respeito de seu futuro reino na forma de uma parábola, dizendo assim:

O Reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo; mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Criador não semeaste tu no teu campo boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, pois, que vamos arrancá-lo? Porém ele lhes disse: Não para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa, direi aos ceifeiros: colha primeiro o joio e atai em molhos para queimá-lo; mas o trigo, ajuntai no meu celeiro - Mt 13:24-30.

É interessante o que vamos observar. Os discípulos não compreenderam esta narrativa de YAOHUSHUA, a qual Ele próprio expôs o significado, mais à frente, dentro do mesmo capítulo. Todos os símbolos aqui apresentados foram explicados em detalhes... Antes disso, porém, convido-o a refletir sobre alguns aspectos aqui neste texto, que facilitarão explorar o assunto.

- Reino dos céus: YAOHUSHUA fala do Reino dos céus, o mesmo que os discípulos anunciavam.

- Homem que semeia: Aquele que sai lançando a semente boa.

- No seu campo: A semente é lançada dentro do campo pertencente a este homem.

- O inimigo: O qual, aproveitando-se do sono dos servos, vem e semeia o joio.

- Servos: Aqueles que trabalham no campo e que querem arrancar o que não foi plantado como trigo.

- Ceifa: Não autorizados a arrancar o joio até o tempo da colheita. Os ceifeiros são instruídos a esperar.

- Ceifados: Primeiro o joio. Somente depois o trigo é levado ao celeiro.

Agora então estamos prontos para considerar a explicação de Cristo sobre está parábola, que diz assim:

Então tendo despedido a multidão, foi YAOHUSHUA para casa”. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente é o filho do homem, o campo é o mundo, a boa semente são os filhos do Reino, e o joio são os filhos do maligno. O inimigo que o semeou é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha do fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no Reino de seu pai. Quem tem ouvidos para ouvir que ouça”.  (Mt. 13: 36- 43).

Analisaremos juntos, a seguir  a explicação sobre a parábola expressa pelo Messias.

- O semeador da boa semente: O Filho do Homem, que veio pra semear o evangelho do reino.

- O campo: O campo é o mundo em que vivemos.

- A boa semente: São os filhos deste reino anunciado por YAOHUSHUA, ou seja, o trigo.

- O joio: São os filhos do maligno, que desobedecem ao ETERNO.

- O inimigo: O diabo, que semeou o joio no mundo e retirou-se, contaminando o campo.

- Ceifa:  O fim do mundo.

- Ceifadores: serão os anjos.

Preste bastante a atenção nos versos 40 e 41 e responda:

- Cristo manda os ceifeiros a este mundo para colher o que a fim de serem destruídos?

Resposta: o joio, ou seja, os filhos do maligno.

- De onde os anjos colhem a má semente, os filhos do maligno?

Resposta: do reino, ou seja, do campo onde plantou a boa semente, os filhos do reino.

Onde os justos resplandecem?

Resposta: Neste reino a ser estabelecido pelo Messias (em Sua Volta – tema desta parábola). Neste campo. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!

Que planta não foi plantada? Que planta será arrancada?

Resposta: O joio não é planta do ETERNO e não pode permanecer no campo de Cristo. Lembre-se que os servos disseram: “Não semeaste tu boa semente no teu CAMPO?”. “Ele, porém, respondendo, disse toda a planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada.” (Mt 15:13).

Aqui novamente YAOHUSHUA fala da planta não plantada pelo ETERNO, e o fim trágico do joio: “Porque o Criador ama o juízo e não desampara os seus santos; eles são preservados para sempre; mas a descendência dos ímpios será desarraigada. Os justos herdarão a terra e habitarão nela para sempre.” (Sl 37:28,29).

 

Dupla função dos anjos:

Os anjos do ETERNO ou ceifeiros de Cristo desempenham importante ação na volta de YAOHUSHUA. A parábola nos fala desta tarefa a ser executada pelos anjos.

Mandará o filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do seu Reino tudo o que causa escândalo e os que cometem iniqüidade.”

“Igualmente, o Reino dos céus é semelhante a uma rede lançada no mar e que apanha toda qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para praia e, assentando-se apanham para os cestos os bons; os ruins, porém lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos e separaram os maus dentre os justos. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali, haverá pranto e ranger de dentes.” (Mt 13:41,47-50).

Os anjos do Criador farão separação entre os justos e maus, ao destruírem do reino de YAOHUSHUA, os que causam escândalo e cometem iniqüidade: “... assim será também a vinda do filho do Homem. Pois onde estiver o cadáver, aí se ajuntaram as águias.” (Mt 24:27,28). “E, respondendo, disseram-lhe: Onde, Mestre? E ele lhes disse: onde estiver o corpo, aí se ajuntaram as águias.” (Lc 17:37).

Cristo faz alusão aos anjos, como sendo águias numa atividade de extermínio e limpeza do mundo, ao mesmo tempo em que separam a boa semente, ou os filhos do reino.

 

Ajuntar os salvos

E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntaram os seus escolhidos deste os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.” (Mt 24:31).

Os anjos enviados por Cristo vêm para também ajuntar os escolhidos de todas as partes de onde se acham espalhados.

“...isto pela palavra do Criador: que nós, os  que ficarmos vivos para a vinda do Criador, não precedemos os que dormem. Porque o mesmo Criador descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta do ETERNO; e os que morreram em cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós os que ficarmos vivos, seremos arrebatados junto com eles nas nuvens, a encontrar o Criador nos ares, e assim estaremos sempre com o Criador.” (I Ts 4:15-17).

Observe você que somos arrebatados para encontrar o Criador YAOHUSHUA nas nuvens. Vamos recepcioná-lo no momento em que os anjos nos põem juntos, Obedecendo à ordem do messias. Ao mesmo tempo em que o campo, o mundo, estará sendo limpo pelos ceifeiros que destroem os inimigos do ETERNO.

 

Levado e deixado:

Na vinda de Cristo, quem será levado e quem será deixado? YAOHUSHUA nos responde: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”. Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o filho mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam,bebiam,casavam e davam-se m casamento, ate o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do filho do Homem. Então, estando dois no campo, será levada um, e deixado o outro; Estando duas moendo no moinho, será levada uma e levada outra. Vigiai, pois, porque não sabe a que hora a de vir o vosso Criador. Mas considerai isto: se o pai o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também, porque o filho do Homem há de vir à hora em que não penseis”. (Mt 24:35-44).

No texto acima Cristo explana o que acontecerá na sua vinda. O que parece claro, mas merece uma atenção especial a alguns detalhes. Vejamos:

Dia e hora: Ninguém sabe, exceto Deus. Alguns se aventuraram ainda hoje sobre o que disse Cristo.

A vinda: Será como foi nos dias de Noé.

Não perceberam: os ímpios comiam, bebiam, casavam e estavam despercebidos.

Os levaram a todos:  O dilúvio levou estes maus homens.

Quem será levado? Assim também será a vinda do filho do Homem, da mesma forma como foi levados os que estavam despercebidos, serão levados os ímpios.

Dois no campo: Quem será levado? O que estiver salvo? Não!, Mas sim o que estiver despercebido, pois assim ocorreu no dilúvio.

Duas no moinho: Será levada a ímpia, e será deixada a mulher justa.

È necessário estar preparado!

 

Estar com YAOHUSHUA

Alguns textos da bíblia são mal interpretados. Há tentativas de dar idéia de que Cristo teria feito promessas diferentes aos salvos: Os fariseus ouviram que a multidão murmurava dele essas coisas; e os fariseus e os principais dos sacerdotes mandaram servidores para o prenderem. Disse-lhes, pois YAOHUSHUA: Ainda um pouco de tempo estou convosco e, depois, vou para aquele que me enviou. Vós me buscareis e não me achareis; e onde eu estou vós não podeis vir. Disseram, pois, os judeus uns para os outros: para onde irá este, que o não acharemos? Irá por ventura, para os dispersos entre os gregos? Que palavra é esta que disse: Buscar-me-eis e não me achareis; e: Onde eu estou vós não podeis ir? (Jo 7:32-36).

Analise junto comigo o texto abaixo.

“Disse-lhes, pois, Cristo outra vez: Eu retiro-me, e buscar-me-eis e morrereis no vosso pecado”. Para onde eu vou não podeis vós ir. Diziam, pois, os judeus: Porventura, quererá matar-se a Sl mesmo, pois diz: Para onde eu vou não podeis vós ir? E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima: vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo”. (Jo 8:21-23).

Observe que os judeus não sabiam para onde ia YAOHUSHUA. Talvez pensassem que iria, quem sabe, para os gregos, por isso se questionava pra onde iria o Criador de forma que não poderiam segui-lo. Novamente aqui estão os judeus. Cristo diz que os judeus são de baixo, e que Ele é de cima.

“Filinhos ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, e, como tinha dito aos judeus: para onde eu vou não podeis vós ir, eu vo-lo digo também agora. Um novo mandamento vos dá: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que são meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. Disse-lhe Simão Pedro: Criador, para onde vais? Cristo lhe respondeu: Para onde eu vou não podes, agora, seguir-me, mas depois, me seguirás. Disse-lhe Pedro: Por que não poso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida. Respondeu-lhe YAOHUSHUA: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo, enquanto me não tiveres negado três vezes.”

Mas, neste texto acima escrito em Jo 13:33-38, com quem YAOHUSHUA falava? Você acertou! Com seus discípulos.

Da mesma forma que tinha dito aos judeus, Cristo se dirigiu a seus discípulos, dizendo que para onde ele ia, os discípulos não poderiam segui-lo. Alguém poderia dizer:

“Sim, mas não o seguiram naquele momento!”, e isso é certo.

Mas, o que Pedro queria, então?

Seguir YAOHUSHUA: Os discípulos queriam seguir YAOHUSHUA, não obstante o fato de não saberem para onde ia. Isso é importante, e YAOHUSHUA disse: “depois me seguirás”.

“Não se turbe o vosso coração; credes no ETERNO, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” (Jo 14:1-3).

Uma vez estudando o contexto (o assunto), fica mais fácil entender o texto.

Os discípulos estavam preocupados porque YAOHUSHUA dizia que iria deixá-los. Eles já estavam acostumados com a companhia do mestre. YAOHUSHUA conforta-os dizendo que na casa do Pai há muitas moradas. Que YAOHUSHUA voltará e os levará para Sl mesmo, para que estejam juntos novamente (a onde Ele estiver – isto é muito importante!). Os discípulos estavam desejosos de andar sempre com Cristo. No futuro será assim, conforme o Mestre assegurou-lhes.

“E olhei, e eis que estava o cordeiro sobre o monte Sião, e com ele 144 mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai”. E ouvi uma voz do céu como a voz de muitas águas e como a voz de um grande trovão; e uma voz de harpistas, que tocavam com a sua harpa. E cantavam um como cântico novo diante do trono e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os 144 mil que foram comprados da terra. Estes são os que não estão contaminados com mulheres, porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. (Ap 14:1-5).

Sim, assim estarão os discípulos, a quem Cristo confortou. Novamente com o mestre, novamente seguindo ao amado Rei, no Seu futuro domínio de justiça e paz.

 

Planos do ETERNO para a terra

E viu O ETERNO tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto.” (Gn 1:31).

De um mundo vazio e sem forma, sob o poder do ETERNO, moldou-Se um planeta, belo e perfeito, para ser habitado (errou o ETERNO para que agora PRECISE tirar a Sua criação daqui?).

Fico pensando como teria sido este mundo antes do homem pecar. Se eu digo que algo está muito bom, imagino uma coisa que me satisfaz e alegra meus olhos e coração. Mas se o ETERNO diz que está muito bom, como seria então? O Criador, como um exímio arquiteto, desenhou e gerou este planeta. Fez dele um lar e deu-o ao homem que criou para desfrutar e ser feliz. Mostrar-se como o Todo-poderoso da criação.

Mas, em certo lugar, testificou alguém, dizendo: Que é o homem, para que dele te lembres? Ou o filho do homem, para que visites? Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste e o constituíste sobre as obras de tuas mãos.” (Hb 2:6,7).

É mais que certo de que hoje a terra já não é mais a mesma. No entanto, não será por isso que deixará de ser morada para o homem, no futuro. Somos daqui de baixo e aqui estaremos assentados juntos a YAOHUSHUA.

“Na verdade, a terra está contaminada por causa dos moradores, porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra e poucos homens restaram.” (Is 24:5, 6).

Com o pecado, a terra mostra-se para o homem como um lar hostil. O homem crê até que o ETERNO permitirá uma destruição do planeta. A esperança de uma morada de paz e o conhecimento dos propósitos no futuro reino geram uma obcecação pelo reino no céu. Algo que Cristo, na Palavra jamais prometeu.

 

Cidade nos céus

Alguém poderia indagar sobre as moradas no céu, mesmo observando que aqui, não existe promessa de alguém ir lá. Lembre-se do que disse Cristo: “Vós sois de baixo!!

E eu Yaohukhanan, vi a Santa Cidade, a nova Yah'shua-oléym, que do ETERNO descia do Céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu,que dizia: Eis aqui o tabernáculo do ETERNO com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo ETERNO estará com eles e será o seu Todo-poderoso. E o ETERNO limpara de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas.” (Ap 21:2-4).

Observe que a cidade desce do céu como uma esposa para o seu marido e não com o seu marido. Além disso, os verbos que dizem que o ETERNO habitará, estará, e limpará de seus olhos toda a lágrima, estão no futuro. Se a igreja estivesse dentro desta cidade, quando descia, por que o ETERNO ainda não teria estado com seu povo?

Por que Cristo também não estaria com o povo e sim, aguardando a cidade aqui, como o noivo aguarda a noiva?

A cidade desce vazia depois que todos os inimigos do ETERNO são anulados, para um reino eterno.

“Depois, vira o fim, quando tiver entregado o reino ao ETERNO, o Pai, e quando houver aniquilado todo império e toda potestade e força. Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo que a de ser aniquilado é a morte. Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, também o mesmo filho  se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que O ETERNO seja tudo em todos.” (I Co 15:24- 28).

Com isso fica entendido também passagens como filipenses 3:20 que diz que nossa cidade está nos Céus e I Pedro 1:4, que fala da herança incorruptível, entre outras. Quando a terra estiver no estado edênico, então receberemos a cidade  que O ETERNO nos tem preparados antes disso, com a vinda do Messias YAOHUSHUA, teremos o tempo de restauração de tudo.

“Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos do ETERNO um edifício, uma casa não feita por mão; eterna, nos céus.” (II Co.5:1).

Este é outro texto usado para defender a morada nos céus. Mas o bom estudante observará que se trata do nosso corpo corruptível e a transformação para incorruptibilidade, nos planos do ETERNO. Nada de morada nos céus.

Os que destroem a terra...

Pouco atrás lemos que a terra está contaminada por causa de seus moradores, os quais serão queimados e poucos homens restarão (Is 24:6). Temos que compreender que a terra não tem culpa de estar contaminada, mas sim o homem que a degenerou. Por que então o ETERNO a destruiria que por Sl só é inocente? Por que destruiria o planeta que fez para o domínio do homem? Errou Ele na criação?

“...ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele..” (Jo 8:44). “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.” (Jo 10:10).

Foi o mentiroso inimigo do ETERNO, que não se firmou na verdade, que sempre busca matar e destruir as obras do ETERNO é quem plantou esta mentira de reino NOS céus... Mais que isto: destruir o lar dos filhos do ETERNO sempre foi o seu objetivo, assim como as suas criaturas! Mas nem sempre será assim:

“E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome*, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruírem os que destroem a terra. (Ap 11:18).

*Nota de o Caminho: Hoje, estes nem mesmo conhecem o Seu Verdadeiro Nome! Quanto mais o de Seu Filho que nos resgatou das garras do inimigo... Pasmem: a verdadeira marca da besta está em um nome falso (Jesus) cultuado por toda a humanidade; inclusive, sendo batizados em nome de um deus falso – a trindade – ou, quando muito, em nome de um falso cristo, Jesus... Inocentes ou não (Ap 13:14-17), estão irremediavelmente perdidos se não mudarem para o Nome do Verdadeiro Cristo, Yaohushua!

Não é plano do ETERNO acabar com a obra de suas mãos. Ao encher a terra com o pecado, satanás intenta que o ETERNO desfaça-a. Contudo, o céu contém a YAOHUSHUA que virá restaurar este campo para os justos e com os justos (At 15:16).

“A terra, porém, estava corrompida diante da face do ETERNO;e encheu-se aterra de violência. E viu O ETERNO a terra, eis que estava corrompida; porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra. Mas contigo estabelecerei o meu pacto; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, e a tua mulher, e as mulheres de teus filhos contigo. E de tudo o que vive, de toda carne, dois de cada espécie meterás na arca, para os conservares vivos contigo. “ Gn 6:11,12,18,19).

Note que enquanto o inimigo quer desfazer e destruir, O ETERNO busca conservar. Para o ETERNO é obvio que seria mais fácil destruir e recriar tudo. Mas, se assim fosse, o diabo teria vencido, pois teria feito com que o ETERNO aniquilasse uma obra de suas mãos. No entanto, sabemos, o inimigo perde. O ETERNO ama e preserva a vida que criou e por isso nosso Cristo vem para destruir não a terra, mas aqueles que querem destruí-la.

E o Criador cheirou o suave cheiro e disse o ETERNO em seu coração: Não tornarei mais amaldiçoar a terra por causa do homem, porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice; nem tornarei mais a ferir todo vivente, como fiz. E eu, eis que estabeleço o meu concerto convosco, e com vossa semente depois de vós, e com toda alma vivente,que convosco esta, de aves, de reses, e de todo animal da terra convosco; desde todos que saíram da arca, até todo animal da terra. E disse O ETERNO: Este é o sinal de concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e não haverá mais dilúvio para destruir a terra. E disse O ETERNO: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós e entre toda alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal do concerto entre mim e a terra.” (Gn 8:21; 9:9-13).

Se fosse plano do ETERNO destruir tudo, tê-lo-ia feito naquela época. Não faria a promessa de não mais destruir todo vivente. Nem mesmo faria pacto entre todos os seres viventes e Ele próprio.

Porque brotará um rebento do tronco de Jessé,e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o espírito do Criador, e o espírito de sabedoria e de inteligência, e o espírito de conselho e de fortaleza, e o Espírito de conhecimento e de temor do Criador. E deleitar-se-á no temor do Criador e não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos; mas julgara com justiça os pobres, e repreenderá com eqüidade os mansos da terra, e ferirá a terra com a vara de sua boca,e com o sopro de seu lábios matará o ímpio. E a justiça será o cinco dos seus lombos, e a verdade, os cintos dos seus rins. E morará o lobo com o cordeiro, e o Leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão, e as nédias ovelhas viverão juntos, e um menino os pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e seus filhos juntos se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. E brincara a criança de peito sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco. “Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Criador, como as águas cobrem o mar.” (Is 11:1-9).

Que reino glorioso será este, quando o Messias, que preserva em vida a criação, eliminar a ferocidade dos animais e até as crianças brincarem com o rugido do leão!

“E edificaram casas e as habitarão; plantarão vinhas e comeram o seu fruto. O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e o pó será a comida da serpente.Não farão mal nem dano algum em todo meu santo monte, diz o Messias”. (Is 65:21,25).

A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; Criador, tu conservas os homens e os animais.” (Sl 36:6).

Que bom é ter um Criador que preserva os homens e animais! Um Criador que não busca aniquilar, mas manter a obra de suas mãos!

Porque assim diz o Messias que tem criado os céus, o Criador que formou a terra e a fez; ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habilitada: Eu sou o Redentor, e não há outro.” (Is 45:18).

O plano original do ETERNO é de um reino pacífico. Uma terra como o jardim do Éden e uma habitação da qual se diz: “eis que tudo é muito bom”, assim será o domínio de Seu Cristo.

“Assim diz o Criador, o Messias: No dia em que eu vos purificar de todas as vossas maldades, então, farei com que sejam habitadas as cidades e sejam edificados os lugares devastados. E a terra assolada se lavrará, em vez de estar assolada aos olhos de todos os que passam. E dirão: Esta terra assolada ficou como o jardim do Éden; e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas estão fortalecidas e habitadas. Então, saberão as nações que ficarem de resto em redor de vós que eu, o Messias, tenho reedificado as cidades destruídas e plantado o que estava devastado; eu, o Messias, o disse e farei. Assim diz o Criador, o Messias: Ainda por isso me pedirá a casa de Israel, que lho faça: multiplicar-lhes-ei os homens, como a um rebanho. Como o rebanho santificado, como o rebanho de Yah'shua-oléym nas suas solenidades, assim as cidades desertas se encherão de famílias; e saberão que eu sou o Messias”. (Ez. 36:33-38).

Difícil imaginar o porquê do homem não desejar a morada que o ETERNO lhe deu e as promessas de paz neste mundo, neste campo, neste futuro reino de seu filho! Agradeço porque o ETERNO nos preserva e não permitirá que o homem com maldade destrua nossa habitação.

“Sede benditos do Messias, que fez os céus e a terra. Os céus são os céus do ETERNO; mas a terra deu-a ele aos filhos dos homens.” (Sl 115:15,16).

Na volta de YAOHUSHUA nos assentaremos no trono que lhe fora prometido e trabalharemos para fazermos, juntos à Ele, um mundo digno e muito bom que O ETERNO deseja a seus filhos. Ap 3:21.

 

Destino dos ímpios na vinda do Cristo

Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela serão desolados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão.” (Is. 24:6)

“Também O ETERNO te destruirá para sempre; arrebatar-te-á e arrancar-te-á tua habitação; e desarraigar-te-á da terra dos viventes. (Selá) E os justos o verão, e temerão, e se rirão dele, dizendo; Eis aqui o homem que nos pôs a O ETERNO por sua fortaleza; antes confiou na abundância das suas riquezas e se fortaleceu na sua maldade.” (Sl 52:5-7).

O ímpio será retirado da terra, isto é, será eliminado de forma definitiva, não deixando nem raiz nem ramos. Quem verá isto? O justo!

Durante o tempo da recompensa dos homens maus, os salvos estarão aqui para contemplar a diferença entre o que serve ao ETERNO e o que não serve.

 “O Criador é Rei eterno; da sua terra serão desarraigados as nações*. Criador, tu ouviste os desejos dos mansos,; os teus ouvidos estarão abertos para eles; para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido, a fim de que o homem, que é da terra, não prossiga mas em usar da violência.” (Sl 10:16-18).

*Nota de o Caminho: Cuidado, em algumas versões bíblicas temos aqui a palavra GENTIO... Nas Escrituras, gentios são os descendentes da casa de Israel (Mt 10:6 cf Is 9:1 – Cristo também era um gentio, uma vez que sua família era da galiléia)...

Portanto, na terra do rei a boa semente, unicamente a boa semente, poderá prosperar. Partindo dos planos do ETERNO, a terra seguirá habitada para sempre.

Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no Criador herdarão a terra. Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá. Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz.” (Sl 37:9-11).

O trigo, o salvo, espera no Messias e herdará a terra. O ímpio, por sua vez, não existirá mais. Olharemos para o seu lugar e não aparecerá.

“Porque eis que aquele dia vem ardendo como forno; todos os soberbos e todos os que cometem impiedade serão como palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Criador dos exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo. Mas para vós que temeis o meu nome nascerá o sol da justiça e salvação trará debaixo das sua asas; e saireis e crescereis como os bezerros do cevadouro. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que farei, diz o Criador dos exércitos. (MI 4:1-3).

Mas como seria possível pisar esta cinza se o salvo fosse retirado da terra antes da tribulação*? Mas sabemos agora que primeiro será aniquilado o joio e então o trigo florescerá no mundo!

* Nota de o Caminho: Muitos se valem do texto de Mt 24:35-44 para “provarem” um pretenso governo do anticristo sobre a terra (a grande tribulação) enquanto que a igreja fora “arrebatada para os céus”; mas, no entanto, desconsideram o vs 22 que diz: E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias. Por causa de quem? Mas, estes “escolhidos” não haviam sido retirados para não presenciarem a grande tribulação que segundo eles (os arrebatoristas) é o pretenso governo do anticristo?

 “E eles serão meus, diz o Criador dos exércitos, naquele dia que farei, serão para mim particular tesouro; poupá-los-ei como um homem poupa o seu filho que o serve. Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve ao ETERNO e o que não serve.” (MI 3:17-18).

“Mil cairão ao teu lado, e dez mil, à tua direita, mas tu não serás atingido. Somente com os teus olhos olharás e verás a recompensa dos ímpio. Porque tu, ó Criador, és o meu refúgio! O altíssimo é a tua habitação. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará a tua tenda”. Este salmo 91:7-10 é muito citado, mas seria compreendido?

“Porque os retos habitarão a terra, e os sinceros permanecerão nela. Mas os ímpios serão arrancados da terra, e os aleivosos serão dela exterminados”. (Pv. 2:21,22).

Somente os vencedores poderão estar assentados com Cristo no Seu trono. Estes reinarão sobre a terra, mas os ímpios serão exterminados no dia da vinda do Redentor.

 

Como um ladrão na noite...

“Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria que fosse arrombada a sua casa. Por isso, estai vos apercebidos também, porque o filho do homem há de vir á hora em que não penseis.” (Mt 24:43,44).

Será que poderíamos entender que esta passagem diz que a vinda de YAOHUSHUA será secreta e que misteriosamente Ele rapta os salvos para levá-los ao céu? Não!!

Por ser desconhecido o dia e hora da vinda do mestre, a Bíblia compara essa ocasião com o dia da vinda do ladrão. Não significa que YAOHUSHUA aparecerá sendo Ele como um ladrão, mas sim o dia de Sua vinda. O exemplo foi usado justamente por não sabermos quando ocorrerá o dia...

Assim também será no fim do milênio quando “...o Dia do Eterno virá como o ladrão e noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão. Havendo, pois de parecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato e piedade, aguardando e apressando-vos para a vinda do dia do ETERNO, em que os céus, em fogo, se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão” (II Pd 3:10).

Nota de o Caminho: Observe que as Escrituras falam-nos de dois dias distintos: a Vinda do Messias (erroneamente traduzido como o Dia do Criador e que ocorre antes do milênio) e o Dia do ETERNO (II Pd 3:7-12) que ocorre após o Milênio. Observe que o vs 7 nos fala da perdição do ímpio e sabemos que e isto ocorre após a rebelião satânica contra a Yah'shua-oléym terreal (Ap 20:5-15)...

O que vem como ladrão de noite? O Messias ou o dia de sua vinda (lembre-se da parábola das virgens néscias)? YAOHUSHUA irá agir como um ladrão, num seqüestro silencioso e secreto? Mas, não disse Ele que a Sua vinda seria como o relâmpago que TODOS vêem? (Mt 24:27 cf Ap 1:7).

“Mas, irmão, acerca dos tempos e das estações, não necessita de que se vos escreva; porque vos mesmos sabeis muito bem que o Dia do Messias virá como o ladrão de noite.” (I Ts 5:1, 2).

Este texto, assim como os outros combinam exatamente com o que diz Mateus, que o dia da vinda do Messias somente o ETERNO sabe.

Porém daquele Dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o filho, mas unicamente meu Pai. E, como foi nos dias de Noé, assim também será a vinda do filho do homem.” (Mt 24:36).

Observe que aqui nos fala da vinda do Cristo. Este é outro detalhe. Se admitirmos uma morada no céu por sete anos e depois Cristo voltando, teríamos então uma terceira vinda. Onde as escrituras fala disso?

 

Vinda visível!

“E, então, verão vir o filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória.” (Lc 21:27)

A vinda de YAOHUSHUA será visível conforme Ele mesmo disse: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos os que O traspassaram; e todas as tribos [ímpias] da terra se lamentarão sobre ele. Sim Amém!” (Ap 1:7).

“Então, aparecerá no céu o sinal do filho do homem; e todas as tribos da terra [ímpias] se lamentarão e verão o filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e de grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus.” (Mt 24:30,31).

Nota de o Caminho:  Mas os “escolhidos” não haviam sido arrebatados secretamente?

“Então, se alguém vos disser: Eis que o cristo esta  aqui ou ali, não lhe deis crédito, porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto, não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa, não acrediteis. Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vinda do filho do Homem. Pois onde estiver o cadáver, aí se ajudarão as águias.”(Mt 24:23-28).

Os seus relâmpagos alumiam o mundo; a terra viu e tremeu.” (Sl 97:4).

Será que estas passagens dizem que a vinda de YAOHUSHUA será invisível? Não creio. Amnao!

 

ADENDO: O Papel de Yaoshor'ul/Israel nas Profecias

O material abaixo foi extraído de outro artigo do Dr. Bacchiocchi mais completo e profundo sobre a campanha do livro e filme intitulados “Left Behind” (Deixados para Trás). O material trata em maior detalhe sobre um importante aspecto nessa discussão - o papel de Yaoshor'ul/Israel nas profecias.

Avaliação do Ponto de Vista dos “Dois Povos”

É o conceito de uma distinção radical entre o plano do ETERNO para Yaoshor'ul/Israel e para a igreja um ensino bíblico válido ou um pressuposto infundado? Acaso o ponto de vista neotestamentário para a igreja é o de um povo diferente e separado do povo do “Yaoshor'ul/Israel natural”? A resposta é abundantemente clara. O Novo Testamento considera a igreja, não como uma “intercalação” temporária, mas como continuação/complemento do verdadeiro Yaoshor'ul/Israel do ETERNO. Para verificar esta última posição, breve alusão será feita a algumas significativas declarações de hol'Mehushkyah/Cristo, Kafós/Pedro e Sha'ul/Paulo.

O ajuntamento do Verdadeiro Yaoshor'ul/Israel por hol'Mehushkyah/Cristo

Ao chamar e ordenar doze discípulos como Seus apóstolos, hol'Mehushkyah/Cristo manifestou Sua intenção de reunir o remanescente messiânico das doze tribos de Yaoshor'ul/Israel num novo organismo, chamado a Kehiláh/Igreja (Mt 16:18-19). Este não é um organismo independente designado a repor Yaoshor'ul/Israel temporariamente mas um rebanho que reúne tanto as “ovelhas perdidas da Casa de Yaoshor'ul/Israel” (Mt 10:6; cf. 15:24; Atos 1:8) como os ímpios pelo mundo [nações ou gregos - Rm 1:16] à Casa de Yaohu'dáh/Judá!

Nota de o Caminho: Ef 2:14 [Porque Ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando o muro de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade...] fala da UNIÃO das duas Casas - Yaohu'dáh/Judá e Yaoshor'ul/Israel; restaurando a nação de Jacó/Yaoshor'ul/Israel... No entanto, sempre houve espaço para que nós - estrangeiros - pudéssemos ser enxertado à Árvore! Rm 11:19 (leia o capítulo todo).

Referindo-se à profecia de Isaías com respeito à reunião dos gentios [Casa de Yaoshor'ul/Israel], hol'Mehushkyah/Cristo anunciou: “Ainda tenho outras ovelhas [Casa de Yaoshor'ul/Israel], não deste aprisco [Casa de Yaohu'dah/Judá]; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então haverá um (só) rebanho e um (só) apascentador” (Yao'khanam/João 10:16; cf. Is 56:6-8; Ef 2:14). Como apascentador messiânico, hol'Mehushkyah/Cristo veio reunir o remanescente de Yaoshor'ul/Israel, Yaohu'dáh/Judá e as pessoas das nações que O aceitasse, não em dois rebanhos separados [ou para substituí-los], mas num só rebanho.

Quando elogiando a fé do centurião, Yaohushua disse: “Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus.

Nota de o Caminho: Note que em nenhum momento das Escrituras é dito "Reino NOS Céus mas sempre Reino DO Céu - Origem e não Lugar!

Ao passo que os filhos do reino serão lançados para fora, nas trevas”. (Mt 8:11-12 - Solicite a correta interpretação sobre a parábola do Joio e o Trigo ou se estiver on-line, CLIC AQUI). É digno de nota que hol'Mehushkyah/Cristo não promete o Reino do ETERNO a uma futura geração de judeus, como alguns dispensacionalistas mantêm, mas a crentes de todas as nações [de todos os tempos], “do Oriente ao Ocidente”.

Uma Realidade Presente

O reino messiânico prometido no Velho Testamento é visto por hol'Mehushkyah/Cristo não como um evento futuro envolvendo a restauração territorial e política de Yaoshor'ul/Israel, mas como uma realidade presente que raiou mediante Seu ministério vitorioso sobre o pecado, satanás e a morte. “Se, porém, Eu expulso demônios, no mesmo Espírito do ETERNO, certamente é chegado o reino do ETERNO sobre vós” (Mt 12:28). O reino de hol'Mehushkyah/Cristo é composto, não por dois povos separados, Yaoshor'ul/Israel [aqui, as 2 casas] e a Kehiláh/Igreja, mas por um povo, o “Novo Yaoshor'ul/Israel”, consistindo de judaicos [as 2 Casas, juntas] e crentes das nações [gregos, nas Escrituras]. Releia ROMANOS 11...

A Seus discípulos Yaohushua declarou: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai Se agradou em dar-vos o Seu reino” (Lc 12:32). Notem que o prometido Reino messiânico é dado não a uma futura geração substituinte (Mt 11:29; 13:38; 8:11-12). F. F. Bruce comenta adequadamente: “O chamado de Yaohushua por discípulos para estarem junto a Sl a fim de formarem o ‘pequenino rebanho’ que haveria de receber o Reino (Lucas 12:32; cf. Dan 7:22, 27) assinala-O como o fundador do Renovado Yaoshor'ul/Israel - Mt 16:18”.

Os profetas falam de Yaoshor'ul/Israel como rebanho ou ovelha do ETERNO (Is 40:11; Jr 31:10; Ez 34:12-14). Ao chamar Seus discípulos de “pequenino rebanho” ao qual o ETERNO estava dando o Reino, está inegavelmente identificando Seus discípulos [judaicos] como o verdadeiro remanescente de Yaoshor'ul/Israel. Ademais, ao comissionar Seus apóstolos para “pregar o evangelhos por todo o mundo” (Mc 16:15-16), hol'Mehushkyah/Cristo revelou que a missão profética do Yaoshor'ul/Israel nacional (Is 49:6; 60:3) estava sendo cumprida por Seu rebanho messiânico, a Kehiláh/Igreja, que consiste de discípulos procedentes de todas as nações. Yaoshor'ul/Israel prossegue existindo, não à parte da Kehiláh/Igreja, mas como parte dela.

A Descrição do Renovado Yaoshor'ul/Israel por Kafós/Pedro

Kafós/Pedro, à semelhança de hol'Mehushkyah/Cristo, via a Kehiláh/Igreja como cumprimento das promessas feitas ao antigo Yaoshor'ul/Israel. No dia de Pentecoste, Kafós/Pedro declarou que a profecia de Yao'ul/Joel concernente à restauração messiânica de Yaoshor'ul/Israel (Jl 2:28-32) estava se cumprindo através do derramamento do  Santo Espírito [Yaohushua, agora em espírito Onipresente - At 20:28] sobre a Kehiláh/Igreja (At 2:16-21).

Para Kafós/Pedro, a Kehiláh/Igreja não é uma entidade não-predita no Velho Testamento, nem uma interrupção temporária do plano divino para Yaoshor'ul/Israel; antes, é o cumprimento do remanescente escatológico de Yaoshor'ul/Israel. Se o início da Kehiláh/Igreja é visto por Kafós/Pedro como cumprimento de uma profecia concernente a Yaoshor'ul/Israel, temos razões em crer que os eventos finais da Kehiláh/Igreja devem também representar o cumprimento de certas profecias do Velho Testamento relativas a Yaoshor'ul/Israel.

Nota de o Caminho: É um erro traduzir Brit'chadashá como Nova Aliança, pois isto implica em SUBSTITUIÇÃO! A Aliança é a mesma; apenas foi cumprida ou RENOVADA em hol'Mehushkyah! Veja: Bhit = nova (falso) e, Brit = renovar (correto)...

A Kehiláh/Igreja é o Renovado Yaoshor'ul/Israel

É digno de nota que Kafós/Pedro aplica à Kehiláh/Igreja aqueles títulos do Velho Testamento que designam a Yaoshor'ul/Israel: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva do ETERNO, a fim de proclamardes as virtudes daquEle que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa Luz, vós, sim, que antes não éreis povo, mas agora sois povo do ETERNO, que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia” (I Pd 2:9-10).

Esta descrição da Kehiláh/Igreja é uma combinação de três passagens veterotestamentárias (Ex 19:6; Is 43:20-21; Os 1:6, 9; 2:1) que caracterizam o povo do ETERNO. Kafós/Pedro reúne a visão de Yaoshor'ul/Israel do Velho Testamento e proclama seu cumprimento na Kehiláh/Igreja. Em palavras bastante claras, Kafós/Pedro demonstra que a “raça escolhida” não é mais exclusivamente os judeus étnicos, mas tanto crentes judeus quanto crentes das nações, enxertados na Árvore! A Kehiláh/Igreja é o renovado Yaoshor'ul/Israel que cumpre as promessas feitas ao Yaoshor'ul/Israel do Velho Testamento.

A Visão de Sha'ul/Paulo do “Yaoshor'ul/Israel do Criador”.

À semelhança de hol'Mehushkyah/Cristo e Kafós/Pedro, Sha'ul/Paulo também via a Kehiláh/Igreja como o verdadeiro Yaoshor'ul/Israel. Falando aos judeus reunidos na sinagoga em Antioquia da Pisídia, Sha'ul/Paulo afirmou: “Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, como o ETERNO a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Yaohushua” (Atos 13:32-33).

Neste discurso Sha'ul/Paulo explica que as promessas do ETERNO aos pais foram cumpridas em hol'Mehushkyah/Cristo. O cumprimento não resulta no estabelecimento de um reino judaico durante o milênio, mas no “perdão dos pecados” concedido mediante hol'Mehushkyah/Cristo a “todo o que crer” (Atos 13:38-39). As promessas feitas a Yaoshor'ul/Israel são, portanto, cumpridas na Kehiláh/Igreja do Renovado Testamento [Brit'chadashá], não mediante uma restauração dos judeus étnicos, mas através de uma redenção espiritual de todos os crentes, juntamente com estes...

Em sua epístola aos gálatas Sha'ul/Paulo emprega a frase “o Yaoshor'ul/Israel do Criador” [Gl 6:16], usando a frase TODOS e isto inclui tanto judeus quanto os crentes das demais nações: “Nem a circuncisão [judeus] é cousa alguma, nem a incircucisão [nações], mas o ser nova criatura. E a todos quantos andarem de conformidade com esta regra, paz e misericórdia sejam sobre eles e sobre o Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” (Gl 6:15-16). Alguns dispensacionalistas mantêm que a frase “o Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” refere-se exclusivamente aos judeus crentes. Eles traduzem a palavra grega kai como “e”, significando “adicionalmente a”. No entanto, “o Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” refere-se exclusivamente aos cristãos judeus que Sha'ul/Paulo supostamente distingue da igreja como um todo, porque deixaram o legalismo para seguirem a regra de hol'Mehushkyah/Cristo.

Unidade de Judeus e "Gentios" [sempre na concepção pentecostal].

Esta interpretação, contudo, ignora tanto o contexto imediato de Gálatas e a ênfase teológica mais ampla. O contexto imediato fala de “quantos andarem de conformidade com esta regra”. Isso inclui os crentes judaicos [aqui, as 2 Casas] e crentes das nações, uma vez que é dito que tanto a circuncisão quanto a incircuncisão nada representam. Assim, o “Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” é uma descrição adicional de ambos os grupos que andam “de conformidade com esta regra”. O contexto mais amplo realça a unidade que ambos os grupos compartilham em hol'Mehushkyah/Cristo: “Não pode haver judeu nem grego [porque aqui ele não usa a palavra gentio?]; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em hol'Mehushkyah/Cristo Yaohushua. E, se sois de hol'Mehushkyah/Cristo, também sois descendentes de Abraão, e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3:28-29).

À luz do contexto imediato e mais amplo, o “Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” não pode ser um grupo distinto de judeus crentes, à parte dos crentes das nações. Alegar assim representa destruir a própria unidade que Sha'ul/Paulo se empenha em estabelecer. Antes, a frase “Yaoshor'ul/Israel do ETERNO” foi empregada por Sha'ul/Paulo como uma maneira explicatória para qualificar adicionalmente “quantos andarem em conformidade com esta regra”. Ou seja, pessoas judaicas e crentes, por entre as nações [gregos, para Sha'ul/Paulo].

A Integração dos "gentios" no Yaoshor'ul/Israel, por Sha'ul/Paulo

Sha'ul/Paulo ensina repetidamente a integração de crentes das nações [não "gentios", na concepção dos que alegam que a igreja foi substituída - o Yaoshor'ul/Israel Espiritual] em Yaoshor'ul/Israel como herdeiros das promessas do ETERNO. Em Efésios Sha'ul/Paulo claramente explica que os gentios que noutro tempo estavam “sem hol'Mehushkyah/Cristo, separados da comunidade de Yaoshor'ul/Israel, e estranhos às alianças da promessa” (isto é, apostatados - Ef 2:12), não mais são “estranhos às alianças da promessa... mas... não mais estrangeiros e peregrinos, mesmo concidadãos dos santos”, como membros da “família do ETERNO” (Ef 2:19).

Essa integração destes gentios [pessoas judaicas pertencentes às 10 tribos espalhadas por entre as nações] à “comunidade de Yaoshor'ul/Israel” e “às alianças da promessa” tiveram lugar mediante Yaohushua que uniu tanto os judeus [Yaohu'dáh/Judá] quanto os gentios [Yaoshor'ul/Israel] “para que dos dois criasse em Sl mesmo um novo homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos [as 2 Casas] em um só corpo com o ETERNO, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade” (Ef 2:15-16).

O pensamento de um propósito separado para crentes judeus na presente era ou num futuro milênio é aqui totalmente excluído por Sha'ul/Paulo. De fato, tal pensamento destruiria a própria unidade das 2 Casas que hol'Mehushkyah/Cristo realizou [Dn 9:24-27]. Sha'ul/Paulo explica aos efésios que foi pela revelação do ETERNO que se tornou conhecida a ele este “mistério” de como “os gentios [israelitas] são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em hol'Mehushkyah/Cristo Yaohushua por meio do evangelho” (Ef 3:5-6). Três vezes Sha'ul/Paulo ressalta aqui que os gentios compartilham com Yaoshor'ul/Israel a promessa da aliança. Qualquer sistema teológico que divida [ou substitua] o que o ETERNO ajuntou está operando contra o propósito divino.

Nota de o Caminho: sempre pelo contexto, você deve observar se o autor está falado do Israel nacional [Judá + Israel] ou da Casa de Israel [10 tribos]...

A Imagem Paulina da Oliveira

Em Romanos 9-11 Sha'ul/Paulo descreve a integração de gentios [10 tribos do norte] em Yaoshor'ul/Israel utilizando a imagem efetiva do enxerto de ramos bravos de oliveira (10 tribos) à única oliveira do Yaoshor'ul/Israel do ETERNO (Rm 11:17-24). Observem que para Sha'ul/Paulo a salvação dos gentios não resulta no brotar de uma nova oliveira, mas em renxertar os mesmos na mesma oliveira (vs 23). Quanto aos crentes das nações [nós], se aceitarmos ao Messias do yaoshorul'itas/israelitas (Jo 4:22), seremos ENXERTADOS (não re-enxertados) na Oliveira que é Yaohushua hol'Mehushkyah!

A árvore de Yaoshor'ul/Israel não é arrancada por causa de descrença, mas é podada, ou seja, reestruturada mediante o enxerto de ramos vindo das nações [nós] e de gentios (os da Casa de Yaoshor'ul/Israel) a serem re-enxertados. A Kehiláh/Igreja vive da raiz e tronco do Yaoshor'ul/Israel do Velho Testamento (Rm 11:17-18). Por meio dessa expressiva imagem, Sha'ul/Paulo descreve a unidade e continuidade que existe no plano redentor do ETERNO para Yaoshor'ul/Israel e Sua Kehiláh/Igreja.

Inter-relação Entre Yaoshor'ul/Israel e a Kehiláh/Igreja.

Os dispensacionalistas apelam a Rm 11:25-26 para argumentar em favor de uma futura conversão da nação de Yaoshor'ul/Israel, independentemente da Kehiláh/Igreja. A passagem assim reza: “Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério, para que não sejais presumidos em vós mesmos, que veio endurecimento em parte a Yaoshor'ul/Israel até que haja entrado a plenitude dos gentios. E assim todo o Yaoshor'ul/Israel será salvo” (Rm 11:25-26). Os dispensacionalistas explicam esta passagem como ensinando uma conversão em larga escala da nação de Yaoshor'ul/Israel após a reunião da plenitude dos "gentios" estar completa, pouco antes do tempo do Retorno de hol'Mehushkyah/Cristo.

Essa interpretação ignora quatro importantes observações. Primeiro, a frase “todo Yaoshor'ul/Israel será salvo” não se refere apenas à última geração de judaicos, uma vez que esta seria apenas uma fração de todos os judaicos que até então viveram. Em segundo lugar, o texto não está discutindo a sucessão temporal, mas a maneira pela qual Yaoshor'ul/Israel será salvo. O texto não diz “e então [após a reunião dos gentios] todo Yaoshor'ul/Israel será salvo”. Antes, declara: “E assim [desse modo, pelo fato de os judaicos serem movidos por ciúmes pela salvação dos israelitas] todo Yaoshor'ul/Israel [as 2 Casas] será salvo”. Em terceiro lugar, os israelitas estão sendo salvos por serem re-enxertados na mesma oliveira em que os judaicos [e crentes advindo das nações] também estão. Assim, a salvação dos judeus não ocorre independentemente da dos demais crentes, mas concomitantemente a isso.

Por fim, se a reunião de um número pleno de gentios [israelitas] tem lugar ao longo da história, há razão para duvidar que o mesmo também seja verdadeiro quanto à reunião dos judeus. De fato, no vs. 31 Sha'ul/Paulo especificamente declara que os judeus “agora foram desobedientes, para que igualmente eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida”. Essas observações claramente indicam que Sha'ul/Paulo aqui não está apresentando uma ordem de dispensações sucessivas [conceito anti-bíblico], mas uma promessa de interelação dinâmica entre a salvação de Yaoshor'ul/Israel e a da Kehiláh/Igreja na pessoa do Messias.

O equivocado pressuposto de dois povos [judaicos e demais crentes, das nações] com dois destinos em grande medida deriva de uma teologia de desprezo para com os judeus [o Povo do ETERNO], antes que do ensino bíblico de um rebanho, um apascentador, e um destino. O Novo Testamento frequentemente fala dos judaicos em cotejo com os gentios (israelitas), nunca ensina ou deixa implícito que o ETERNO tenha em mente um futuro separado para Yaohu'dáh/Judá distinto daquele planejado para os israelitas e ou a nós. Há uma unidade existente entre Yaoshor'ul/Israel e a Kehiláh/Igreja. Na Nova Yah'shua-oléym/Yah'shua-oléym estão inscritos tanto os nomes das doze tribos de Yaoshor'ul/Israel [Yaohu'dáh/Judá + Yaoshor'ul/Israel] quanto os nomes dos doze apóstolos, os primeiros nas doze portas e os últimos nos doze fundamentos (Ap 21:12, 14), pois através deles [mediante Yaohushua], as Duas Casas podem ser reunidas! A Kehiláh/Igreja e Yaoshor'ul/Israel [como um todo] assim compartilham não só da mesma salvação presente, mas também da mesma glorificação e restauração finais. O futuro de Yaoshor'ul/Israel é visto no Novo Testamento, não em termos de um reino milenial político na Palestina exclusivamente para eles, mas em termos de bênção eterna compartilhada com os remidos de todas as eras numa nova terra que será restaurada durante o milênio! Leia Zc 8:23; Is 14:1.

Conclusão.

À luz das considerações anteriores concluímos que o ensino popular promovido por “Left Behind” [deixado para trás, um popular filme religioso e série de livros de ficção escatológica] de um desaparecimento súbito de milhões de cristãos, deixando para trás uma massa de judeus descrentes e pessoas não convertidas, é uma ficção enganosa e não uma verdade bíblica. A popularidade desse engano pode ser atribuído à falsa premissa de que os crentes serão poupados de sofrer a tribulação final.

Nota de o Caminho1: Os pré-tribulacionistas crêem que o governo do anti-cristo ocorrerá dentro da tribulação após o ARREBATAMENTO da Kehiláh/Igreja (2ª parte dos sete anos da última semana de Dayan'ul/Daniel, segundo eles - ONDE ESTÁ ESCRITO QUE DEVEMOS COLOCAR A ÚLTIMA SEMANA NO FUTURO?) e, repetimos, os que assim crêem correm o risco de NÃO reconhecerem o Verdadeiro Yaohushua em Sua volta confundindo-O com o anticristo, pois ao verem Yaohushua nas nuvens e como "ainda" a igreja não foi arrebatada, não julgarão ser Yaohushua! Mais um engano satânico ensinado dentro de muitas igrejas. Por isto Sha'ul/Paulo foi enfático aos tessalonicenses: Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição... II Ts 2:3 (leia o capítulo todo).

Nota de o Caminho2: A IASD, seguindo a sua falsa profetiza [EGW], além de usar uma passagem de Yarmi'yaohuh [Jr 24:5] fora do contexto - se bem que se "ela" continuasse a ler a passagem constataria seu erro - diz que a Terra estará vazia durante o milênio e para provar que a Igreja estará durante o milênio no "céu", precisa LER o APOCALIPSE 20 (só este capítulo) fora da sua ordem cronológica, indo de encontro com o profeta que constantemente diz: depois desta coisas... Isto é cronologia! CLIC AQUI para ver um debate sobre este tema e tire suas conclusões!

Numa época em que as pessoas engolem toda sorte de analgésicos para evitar ou aliviar a dor, não surpreenda-se que muitos estejam dispostos a engolir também o engano de um Arrebatamento pré-tribulacional - um ensino que promete às pessoas isenção do sofrimento da tribulação final. Tal ensino atraente, contudo, não carece apenas de suporte bíblico, mas é também incriminatório do caráter do CRIADOR. Retrata o CRIADOR como um Ser discriminador; que dá tratamento preferencial à Kehiláh/Igreja removendo-a de sobre a Terra, antes de despejar a tribulação final sobre os que são deixados para trás e você, "lá do céu" vendo os seus entes queridos tendo uma segunda chance debaixo de muitas tribulações imposta pelo anti-cristo!

“Left Behind” [deixado para trás] posiciona a conversão de muitos descrente durante a tribulação - um ensino fora do contexto. Repetidamente o Apocalipse afirma que aqueles que experimentam as pragas finais “não se arrependeram de sua obras” (Ap 16:11; 16:9). Ademais, destrói a unidade e finalidade da Vinda de hol'Mehushkyah/Cristo, apresentada nas Escrituras como um evento único que ocorre após a Grande Tribulação. Nessa ocasião os santos adormecidos serão ressuscitados (entre eles, os 144.000 - judeus naturais selados nos dias apostólicos), os santos vivos serão transformados  juntamente como os crentes de todas as eras (grande multidão) se reunirão com o Messias sobre o Monte Sião - Yaohu'shua-oleym/Yah'shua-oléym terreal - iniciando-se o governo messiânico de Yaohushua em SEU trono [Ap 3:21]. E aqueles que não aceitarem o Messias vindouro “sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Messias” (II Ts 1:9).

Não haverá uma segunda chance para a imensa maioria dos que não O aceitarem por ocasião da Sua vinda, porque o fogo purificador de Sua presença consumirá todos os pecadores... Nossa bendita esperança repousa não sobre a ficção de desaparecer subitamente no espaço, mas na promessa do retorno de hol'Mehushkyah/Cristo para restaurar o Trono de Davi! At 15:16.

Nota de o Caminho: Como sabemos, durante o reino milenar de Yaohushua, aqui na Terra, formar-se-á nações oriundas dos poucos que restarem [Is 24:6] (como a areia do mar - Ap 20:3, 8) e para estes sim (que nascerem durante o milênio) haverá a possibilidade de morte, ou seja, de perder-se!

Referências:

1. Hal Lindsey, The Rapture: Truth or Consequences (New York, 1983), p. 24.

2.  Hal Lindsey, The Late Great Planet Earth (Grand Rapids, 1970), p. 54.

3. Para uma pesquisa breve, mas  informativa, do desenvolvimento do pré-tribulacionismo, ver Richard R. Reiter, "A History of the Development of the Rapture Position," The Rapture.  Pre-, Mid-, or Post-Tribulational Symposium (Grand Rapids, 1984), pp. 24-34.

4.  Ver também Norman F. Douty, Has Christ's Return Two Stages? (New York, 1956); Alexander Reese, The Approaching Advent of Christ (Grand Rapids, 1975).

5.  John F. Walvoord, The Rapture Question (Grand Rapids, 1957), p. 50.

6.  C. C. Ryrie, Dispensationalism Today ( Chicago, Moody Press, 1965), p. 159.

7.  Hal Lindsey, The Late Great Planet Earth (Grand Rapids, 1970), p. 143.

8.  Ibid.

9.  John F. Walvoord, The Revelation of Yaohushua (Chicago, 1966), p. 103.

Fonte: www.azenilto.org/59aARREBATA.html

 

 

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